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terça-feira, 8 de março de 2011

O ORGULHO


Muitas vezes não encaramos o orgulho como algo errado:“Eu tenho orgulho de minha família”e meus lideres . É verdade que em muitos destes casos, estamos apenas nos referindo ao sentimento de satisfação que estas coisas nos trazem. Mas no sentido Religioso, orgulho é uma atitude de superioridade em relação aos demais.
Isso desagrada ao Pai Celestial:
O Salvador resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes. (Tiago 4.6)
O orgulho pode causar sérios problemas:o orgulhoso não pede conselhos, pois acha que pode se desenrascar sozinho;
O orgulhoso não pede conselhos, pois acha que suas idéias são melhores do que as dos outros;
O orgulhoso fica Zangado quando os seus “pensamentos superiores” são desafiados;
O orgulhoso não pede perdão pelos seus erros, pois é difícil para aquele que se considera superior, reconhecer que falhou; o orgulhoso tem dificuldade de aceitar um Deus, pois se considera auto-suficiente (normalmente isso se demonstra numa vidareligiosa e de oração fraca);
O orgulhoso não pede ajuda para os outros, pois isso significa ter que reconhecer sua incapacidadede resolver os seus problemas ;
- o orgulhoso pode se tornar tímido ou isolado, pois tem medo de fracassar;
- o orgulhoso normalmente quer ser servido ao invés de serviros outros ;
- o orgulhoso pode viver para agradar as pessoas ao invés de agradar ao Pai Celeste,pois o reconhecimento das pessoas,que alimenta o seu orgulho,se torna algo muito importante;o orgulhoso é mau perdedor.
Com esta lista resumida, podemos perceber que o orgulho é uma pedra de tropeço, que nos conduz a vários tipos de práticas pecaminosas. O livro de Provérbios destaca esta realidade:A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda. (Prov 16.18)
Diante de tantos problemas e da compreensão de que o orgulho não agrada a Deus, precisamos entender este assunto de modo religioso. Vejamos, assim, o que se passa no coração do orgulhoso.
O orgulhoso avalia exageradamente a si mesmo.Quando consultamos o dicionário, vemos que um dos significados da palavra “orgulho” é um ter um elevado conceito sobre si próprio. Em outras palavras, o orgulhoso é aquele que avalia a si mesmo com uma nota muito alta. É aquele que olha para suas próprias virtudes com uma lente de aumento. Por isso, o apóstolo Paulo diz:não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, segundo a medida da fé que O Salvador repartiu a cada um” (Rom 12.3).
Mas o mundo à nossa volta afirma que devemos elevar nossa auto-estima, considerando nossas capacidades e qualidades, e dizendo para nós mesmos como somos especiais. O problema é que isso leva as pessoas a terem um conceito elevado sobre si mesmas, ou seja, isso alimenta o orgulho. E na medida em que consideramos a nós mesmos como superiores, começamos a olhar para os outros como inferiores,O orgulhoso considera os outros inferiores.
O orgulho faz com que as pessoas considerem a si mesmas como superiores às demais. Desse modo, acreditam que aquilo que têm e fazem é melhor do que aquilo que os outros têm e fazem. A conseqüência natural disso é que o orgulhoso trata os demais como inferiores. Por isso, Paulo afirma que o cristão deve considerar os outros como superiores a si próprios:Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo.” (Filp 2.3)
Não se trata de uma maneira de encontrar nos outros algo melhor do que o que temos. As outras pessoas não precisam ter qualidades superiores às nossas para que as tratemos melhor . O que devemos fazer é colocar o bem-estar do próximo como mais importante do que a satisfação dos nossos próprios interesses. Mas para isso acontecer é preciso abrir mão de nossos sentimentos e “qualidades superiores”.
O orgulhoso é apegado às suas “qualidades superiores”.
Mas e se eu realmente for alguém muito especial, com muitas qualidades que me diferenciam dos demais?” “Será que posso ter um conceito elevado sobre mim se realmente eu for bom?” Essas são questões interessantes, pois parece ser algo normal uma pessoa se orgulhar se ela é muito boa em tudo aquilo que faz.
O orgulhoso é alguém apegado às suas “qualidades superiores”. Ele ama tudo aquilo que o torna “superior” aos demais, e tem extrema dificuldade de abrir mão disso. O resultado é que suas escolhas quase sempre são tomadas em função daquilo que lhe satisfaz o ego, ao invés de serem feitas para agradar a Deus e beneficiar o próximo.
Mas a Bíblia nos ensina algo bem diferente. Jesus, sendo um Salvador, não se apegou a isso, mas dispôs-se a abrir mão de sua glória e humilhou-se a ponto de morrer na cruz (Fp 2.5-11). Ele poderia considerar-se superior à humanidade (porque realmente é superior) e, ao invés de servir, poderia exigir ser servido, adorado e reconhecido. Porém, Ele se dispôs a servir, a ser desprezado e rejeitado.
Esta deve ser a atitude de todo cristão. Deus espera que não sejamos apegados àquilo que temos, mas que estejamos dispostos a abrir mão de todas as coisas para servi-lO e também servir ao próximo.
“De outro modo, no trato de uns com os outros, revestivos de toda a humildade, porque Deus resiste aos soberbos, contudo, aos humildes concede a sua graça. Humilhai-vos, portanto, sob a poderosa mão de Deus, para que ele, em tempo oportuno, vos exalte” (1 Ped 5.5,6)
Não importa se temos um mestrado ou doutorado; não importa se somos ricos; não importa se somos influentes e poderosos; não importa se temos alguma habilidade que nos destaca dos demais. Não podemos nos apegar a nada disso, mas devemos sempre estar dispostos a deixar isso de lado por amor a Deus.
O orgulhoso não reconhece a generosidade de Deus.A Bíblia nos ensina que não temos motivo algum para nos orgulharmos, pois tudo aquilo que temos, que aparentemente nos destaca dos demais, vem de Deus:
Pois quem é que te faz sobressair? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te vanglorias, como se o não tiveras recebido? (1 Co 4.7)
O orgulhoso é aquele que não percebe a ação abençoadora de Deus sobre sua vida. Ele insiste em acreditar que seu talento, oratória, habilidades físicas, recursos financeiros, etc, pertencem a ele por se tratar de alguém especial, superior aos demais. Ele pensa ter conquistado tudo isso por seu próprio esforço, e assim orgulha-se disso, pois observa que se destacou das outras pessoas. Esse é um grave engano! Tudo o que temos vem de Deus! É Ele quem nos dá todas as coisas! É Ele quem nos faz sobressair! Portanto, a glória não é nossa, mas do nosso gandioso Deus.
E, àquele que é poderoso para fazer infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos, conforme o seu poder que opera em nós, a ele seja a glória, na igreja e em Cristo Jesus, por todas as gerações, para todo o sempre. Amém! (Efésios 3.20,21)
O orgulho nos leva a querer “roubar” a glória de Deus para nós. Ele nos faz querer ser o foco das atenções. Assim, sigamos o exemplo de João Batista, que “deixou os holofotes” para apontar para Jesus como sendo o centro das atenções:
Convém que ele cresça e que eu diminua. (João 3.30)
Nestas palavras encontramos umas chamadas de atenção para nosssa conduta e de como podemos limar as arestas de nossa vida e em familia.

domingo, 6 de março de 2011

A GANANCIA NUMA DAS PARABOLAS DO SALVADOR

A PARÁBOLA DA GANÂNCIA
UMA VISÃO NAS ESCRITURAS  SAGRADAS


Jesus nas suas  muitas mensagens ao povo Judeu continuou, dizendo a todos: Prestem atenção! Tenham cuidado com todo tipo de avareza porque a verdadeira vida de uma pessoa não depende das coisas que ela tem, mesmo que sejam muitas (Lucas 12:15 ) Esta  pesquisa  baseia-se na parábola do rico insensato, narrada em Luc12:16-21, que diz respeito a um dos grandes problemas que interferem,decisivamente, em nossa vida cristã: o problema da ganância.
Nesta leitura, veremos que Jesus nos chama à atenção para um facto que parece não ser percebido por algumas pessoas: não nos será permitido passar com nenhum bem material a fronteira da morte. Vemos que a ganância é uma loucura, porque como saiu do ventre de sua mãe, assim nu tornará, indo-se como veio; e nada tomará do seu trabalho, que possa levar na sua mão ( Eclesiastes5:15).
A finalidade das suas palavras é que  , Jesus contou a parábola do rico insensato após alguém da multidão ter apelado para que ele interferisse na partilha de uma herança familiar: Mestre, disse a meu irmão que divida a herança comigo ( Luc12:13). Ao que Jesus respondeu, energicamente: Homem, quem me designou juiz ou árbitro entre vocês? (Luc12:14), e alerta: Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra toda sorte de ganância, pois a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens (Luc12:15).
Ao falar com Jesus, o homem da multidão o chamou de “Mestre”. Isso não era um elogio: é que os Mestres da época (rabinos ou escribas) eram também procurados para resolver questões judiciais, principalmente as que envolviam a divisão de heranças familiares.
A situação desse homem podia ser a de um irmão mais novo descontente com a lei que dava ao irmão mais velho o dobro da herança, na hora da partilha dos bens. No fundo, o que havia no coração era um perigoso e ambicioso desejo de ter mais dinheiro, mais riqueza, mais herança.
Na verdade, essa ganância por riqueza estava presente também em muitos corações daquela multidão; afinal, a vida nunca foi fácil. Aquela gente vivia sob o abusivo domínio político e militar do império romano; a cobrança injusta de impostos trouxera pobreza e miséria para quase todos. Por isso, o povo vivia sonhando e buscando a falsa segurança da riqueza. Contudo, a proposta da parábola é outra: Buscai, antes de tudo, o seu reino (Luc12:31).
A verdade principal ensinada pela parábola do rico insensato é a de que devemos tomar cuidado com a ganância e com a avareza. O discípulo do reino de Deus deve ter os seu coração nos tesouros do reino de Deus. Insistentemente, somos alertados pela Palavra de Deus quanto ao perigo de termos um coração exercitado na avareza (II Ped 2:14), pois quem amar o dinheiro jamais dele se fartará (Ec 5:10). E algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos (I Tim. 6:10).
Fazer das riquezas o propósito da nossa vida é um erro fatal que leva à perdição Eterna. O amontoar egoísta de bens materiais é indicação de que a vida já não é considerada e avaliada do ponto de vista da eternidade. O egoísta e o ganancioso já não centralizam o seu alvo e a sua realização em Deus, mas em si mesmos e nas suas possessões. O menbro  não deve apegar-se às riquezas materiais como um tesouro que lhe dê garantia pessoal; ao contrário, deve colocar essas riquezas nas mãos de Deus, para uso do seu reino. Cada menbro  deve atentar para essa advertência de Jesus e examinar se há egoísmo e avareza em seu próprio coração. A Bíblia identifica a busca insaciável e avarenta pelas riquezas como idolatria, que é demoníaca (Efe 5:3; Col 3:5; Heb13:5).
É verdade que existem irmãos ricos, fazendo bom uso de sua riqueza material, utilizando seus recursos para abençoar o próximofazendo boas ofertas  e edificar o reino do Senhor. Porém, para alguns, a riqueza traz grandes problemas e prejuízos espirituais, porque, infelizmente, apegam-se demasiadamente ao dinheiro, e, nessa ânsia de tê-lo cada vez mais, acabam se descuidando dos princípios cristãos, que ensinam a integridade e a honestidade de caráter. Quem não se guarda do espírito de ganância (Prov1:19) incorre em outros pecados, tais como: injustiça, furto, mentira, homicídio, idolatria, apostasia, (Leia: Miq 2:2; Jos 7:21; II Res 5:22-26; Ezq22:12; Jer 17:11; Efe 5.5).
 1ª Tarefa  Jesus deseja que evitemos o consumismo; Aprendamos a separar aquilo de que precisamos daquilo que desejamos. Se não tomarmos cuidado, será fácil fazermos que nossos desejos se tornem necessidades urgentíssimas. As propagandas televisivas são especializadas em fazer que desejemos e consumamos coisas de que não precisamos; e o consumismo leva ao endividamento; este, à ansiedade, que nos faz desconfiar do cuidado providencial de Deus, garantido na Palavra (Luc12:27-34). Fique atento, pois talvez você nem precise dos bens móveis ou imóveis que deseja e cobiça ansiosamente! Aprenda a viver modestamente e com contentamento (I Tim 6:8).
• 2ª Tarefa: Jesus deseja que deixemos o individualismo ;Tudo na vida do rico da parábola girava em torno do próprio eu: “meus frutos”, “meus celeiros” , “meu produto”, “meus bens”. Em sua vida, não havia espaço para Deus e nem para o próximo, pois tudo era planejado e pensando em função de sua satisfação pessoal: “Direi à minha alma...”. Não há dúvida de que esse apego excessivo às coisas é um dos mais danosos hábitos que alguém pode ter. Como é uma atitude bastante natural no ser humano, raramente reconhecemos a malignidade dela; mas suas consequências são trágicas (l Tim 6:9). Meu irmão, cuidado com o egoísmo (Luc12:19). Guarde-se de toda e qualquer avareza (Luc12:15).
• 3ª Tarefa: Jesus deseja que vivamos a Solidariedade e misericórdias são palavras banidas do vocabulário do rico da parábola. Isso nos ensina que, com dinheiro, podemos fazer muita coisa boa e muita coisa ruim: com dinheiro, uma pessoa pode, egoisticamente, atender a seus próprios desejos, mas também pode, generosamente, atender às necessidades daqueles que a cercam. Caro irmão, quanto mais você ajudar as pessoas carentes, mais se afastará dos efeitos espiritualmente destruidores da ganância. Saiba que teremos de prestar contas a Deus de como usamos as coisas que recebemos nesta vida para abençoar o próximo e edificar o reino de Deus (Luc12:33-34). Doar é a essência do cristianismo (Jo 3:16).
Através do homem rico da parábola, o Senhor Jesus nos adverte a não depositarmos nossa esperança nas riquezas desta terra. Devemos ter consciência de que, muito embora elas possam nos trazer conforto e prestígio, em nada contribuirão, além daqui. Mas é possível afirmar que maior perigo é canalizar tanta energia, tanto vigor, tanta ansiedade em busca de algo que, na verdade, não é o bem mais precioso que nossa alma possa adquirir.
Analise para reflexão:
1. Leiam e pensem: O que levou Jesus a contar a parábola do rico insensato? Luc12:13 e 14.
2. Por que o espírito ganancioso é uma loucura? Lc12:20, Eclesiastes 5:15, Tiago 5:3.
3. Qual é a verdade principal ensinada na parábola do rico insensato? Luc12:15, Eclesiastes 5:10.
4. A ganância pode nos conduzir para a prática de quais outros pecados? Proverbios1:10-19,        
II Reis 5:22-26.
5. Como o consumismo prejudica nossa vida cristã? Luc12:22 e 30 I Timotio 6:6-10.
6. Como o individualismo prejudica a nossa vida cristã? Luc 12:16-21.
7. Como a solidariedade combate o espírito ganancioso? Luc 12:33-34 e
2. I Timotio6:17-19.

este texto Serve de alerta para nossas vidas e de o comentarmos sabiamente.

sábado, 5 de março de 2011

O Orgulho Descrito nas Escrituras

 O Orgulho


Guarda-te para que se não eleve o teu coração e não te esqueças do Senhor, Deut. 8:11–14. A soberba e a arrogância aborreço, Prov. 8:13 (6:16–17). A soberba precede a ruína, Prov. 16:18. O dia do Senhor será contra o soberbo, Isa. 2:11–12 (2 Né. 12:11–12). A soberba do teu coração te enganou, Oba. 1:3. Os soberbos serão como palha, Mal. 4:1 (1 Né. 22:15; 3 Né. 25:1; D&C 29:9). O que a si mesmo se exaltar será humilhado, Mt. 23:12 (D&C 101:42). Deus resiste aos soberbos, I Ped. 5:5. O grande e espaçoso edifício era o orgulho do mundo, 1 Né. 11:36 (12:18). Quando são instruídos pensam que são sábios, 2 Né. 9:28–29. Enchestes o coração de orgulho, Jacó 2:13, 16 (Al. 4:8–12). Estais despidos de orgulho? Al. 5:28. O excessivo orgulho se apoderou do coração do povo, Hel. 3:33–36. Quão rápidos são os filhos dos homens em se exaltar em seu orgulho, Hel. 12:4–5. O orgulho desta nação será sua destruição, Morô. 8:27. Precavei-vos contra o orgulho, para que não vos torneis como os nefitas, D&C 38:39. Cessai de todo vosso orgulho e frivolidade, D&C 88:121.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Gananacia Maliciosa

Em determinadas fases, temos os nossos sonhos e objetivos muito bem desenhados à nossa frente, sejam eles materiais ou emocionais e conforme mudamos de fase esses mesmos sonhos vão sendo redesenhados e adaptados à nova realidade, isso se seguimos um sequência normal de fatos que desencadeiam durante nossa vida. Trocando em miúdos temos nossos sonhos de criança, portanto objetivos de criança, mas no meio deles seguem aqueles que duram por toda a vida e da mesma forma os sonhos e objetivos de adolescente onde também alguns deles nos seguem a vida toda e assim também acontece na fase adulta.
Quando chegamos à nossa fase chamada de adulta inicial, queremos apenas ocupar nossos espaços em branco para podermos construir os alicerces da nossa vida e um pouco depois começam a aparecer as ambições em busca de objetivos que muitas vezes acaba se transformando no pesadelo da Ganância, porque trocamos a felicidade pelo poder material.
É normal que sejamos ambiciosos em busca de varias realizações em todos os campos da nossa vida e assim devemos ser, porém quando essa ambição passa a ser gananciosa, ela acaba destruindo toda a nossa busca e transformando nossa vida futura num pesadelo.
A Ganância é o sentimento de busca incondicional e desmedida que uma pessoa propõe a si própria para alcançar sonhos e objetivos, enquanto que a ambição é a razão consciente dessa busca.
O Ganancioso pode ganhar muito materialmente falando, mas perde pessoas, perde importantes parcerias e acaba perdendo a essência do seu próprio futuro, que pode ser a felicidade, enquanto que o ambicioso constrói parcerias e desenha em sua vida um futuro de conquistas em todas as áreas que envolvem a solidez de um ser humano.
Vemos pelo mundo uma grande quantidade de pessoas que se tornaram gananciosas, pela competitividade que o mundo apresenta e eles sequer sabem que estão agindo com ganância, parece até uma atitude inconsciente, apenas corre atrás das coisas defendendo interesses egocêntricos e mesquinhos, fruto apenas da busca desenfreada da satisfação imediata que as conquistas trazem.
Não seria maravilhoso se as pessoas tomassem consciência do quanto estão agindo com ganância e passassem a agir com atos mais humildes em seu dia a dia até nas atitudes mais simples? Por exemplo, uma pessoa ambiciosa quer estacionar seu carro numa vaga próximo a da entrada de um Supermercado e para isso ela aguarda ou procura as vagas que estão dentro do seu objetivo e usa de flexibilidade para ser feliz, já a pessoa gananciosa estaciona na vaga de deficientes, sem se preocupar com as conseqüências dessa sua atitude e o mais incrível é que essa pessoa se é questionada a respeito, na maioria das vezes não acha que está sem razão, exatamente porque acabou dominada por sua ganância desenfreada.
Mas o importante não é questionar esse comportamento e sim, procurá-lo dentro de nós e tentar mudar isso, porque todos nós estamos sujeitos a sermos dominados por sentimentos egocêntricos como a ganância.
Pense regularmente em suas atitudes na busca dos seus objetivos, busque dentro de você a verdadeira forma de atingir seus sonhos e objetivos, seja persistente àqueles sonhos que o tornarão felizes a longo prazo e o grande bem que podemos fazer neste mundo e que está ao alcance de todos é não prejudicar a nenhum dos nossos semelhantes na busca dos nossos sonhos.

ANÓNIMO

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Como devemos ver o ORGULHO

 Hoje ao analizar algum dos meus apontamentos encontrei este que me fez pensar afinal quem sou eu e onde posso melhorar minha vivencia .
 Guarda-te para que se não eleve o teu coração e não te esqueças do Senhor, Deut. 8:11–14. A soberba e a arrogância aborreço, Prov. 8:13 (6:16–17). A soberba precede a ruína, Prov. 16:18. O dia do Senhor será contra o soberbo, Isa. 2:11–12 (2 Né. 12:11–12). A soberba do teu coração te enganou, Oba. 1:3. Os soberbos serão como palha, Mal. 4:1 (1 Né. 22:15; 3 Né. 25:1; D&C 29:9). O que a si mesmo se exaltar será humilhado, Mt. 23:12 (D&C 101:42). Deus resiste aos soberbos, I Ped. 5:5. O grande e espaçoso edifício era o orgulho do mundo, 1 Né. 11:36 (12:18). Quando são instruídos pensam que são sábios, 2 Né. 9:28–29. Enchestes o coração de orgulho, Jacó 2:13, 16 (Al. 4:8–12). Estais despidos de orgulho? Al. 5:28. O excessivo orgulho se apoderou do coração do povo, Hel. 3:33–36. Quão rápidos são os filhos dos homens em se exaltar em seu orgulho, Hel. 12:4–5. O orgulho desta nação será sua destruição, Morô. 8:27. Precavei-vos contra o orgulho, para que não vos torneis como os nefitas, D&C 38:39. Cessai de todo vosso orgulho e frivolidade, D&C 88:121.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Ganancia

Era uma vez uma formiga. Era uma formiga como outra qualquer, com os seus gostos e preferências, que trabalhava na manutenção dos túneis do formigueiro. Não era a sua ocupação de sonho, mas servia o propósito de prover algum lucro à sua vida. Esse lucro seria maior, não fossem as taxas que tinha que pagar. Era uma taxa para pagar o árduo trabalho da enorme rainha e outra para os ordenados das formigas-soldado. Havia, também, taxas para pagar a manutenção dos túneis e os salários das formigas responsáveis pela boa cobrança das taxas. O resto dos lucros desta trabalhadora formiga eram divididos entre a certificação das suas habilitações para trabalhar nos túneis, a licença para habitar o buraquinho que comprara e a caixa de sapatos que lhe servia de mealheiro, para onde iam os poucos trocaditos que restavam. Em suma, a nossa formiguita levava uma vida frugal e resignada.
Certo dia, trabalhava a nossa formiga na boca de um túnel de ventilação, quando uma enorme cigarra se sentou no chão, de perna cruzada, aí à distância de vinte formigas, e tirou do saco uma guitarra. Sem uma palavra, fez saltar os seus dedos sobre as cordas, produzindo uma alegre melodia que pôs as antenas das formigas ali presentes a dançar. Quando a cigarra parou de tocar, as formigas bateram palmas e pediram mais uma. A cigarra logo se desculpou e queixou de estar cheia de fome, e que tocaria mais uma ou outra música, mas em troca de um pouco de comida. A nossa formiga prontificou-se de imediato a arranjar comida, e um lugar onde passar a noite, se preciso, em troca de música para o resto do dia de trabalho.
A cigarra acabou por ficar uns dias no buraquinho da formiga, a comer às custas dela. Em troca aquele era o cantinho mais animado do formigueiro. A cigarra continuava, mesmo assim, a tocar todos os dias para as trabalhadoras, que se mantinham felizes no trabalho a trautear ao som da guitarra daquele insecto enorme. Quando a cigarra percebeu que tinha clientela, começou a pedir uns trocados por um ou outro pedido específico, e em pouco tempo tinha acumulado algum lucro. A formiga, apercebendo-se disso e já algo cansada de ter um bicho tão grande e desajeitado no seu cantinho, pediu-lhe que contribuísse para a economia da casa; cobrou-lhe uma renda, portanto.
A cigarra, ofendida com a ganância daquela formiga possuidora de uma fortuna em trocos, mantidos longe da sua utilidade social dentro de uma caixa de sapatos, saiu dali para fora. A lata da formiga! Pretender tolher a sua criatividade e espírito artísticos em nome do vil metal! A formiga lá continuou a sua luta diária por mais uns trocos enquanto a cigarra tocava a sua viola pelos mais movimentados recantos do formigueiro, em troca de modestas contribuições. E o negócio corria-lhe bem, tal era a sua mestria na guitarra e invisibilidade nos registos dos cobradores das taxas. Enquanto isso, a rainha que, coitada, era tão grande que nem podia sair da sua sala para ver os seus súbditos, ouvia falar desse insecto voador que encantava as suas filhas, as suas trabalhadoras. Quando as correntes de ar na intricada rede de túneis sopravam de feição, a rainha, mãe de todas as formigas, ainda ouvia a melodia da cigarra, mas não a entendia. Isto devia-se, decerto, à distorção e interferência da distância. Ordenou, então, a rainha, que trouxessem o músico à sua real presença. Foram precisas obras de alargamento dos túneis, para que o inchado insecto pudesse comparecer perante a figura maternal de todas as formigas, mas as industriosas trabalhadoras não deixaram mal a sua mãe. E assim a cigarra foi tocar para a rainha.A cigarra tocou o seu melhor mas a pesada formiga não ficou lá muito convencida. Esperto como era, o volumoso insecto percebeu o que a anafada rainha queria e tocou uma marcha militar. A mãe de todas as formigas ficou de peito inchado e rejubilou! Que música maravilhosa! As trabalhadoras deviam ouvir isto, e não aquilo que a cigarra lhes andava a tocar antes. E assim a rainha decidiu-se a tomar em mãos a educação musical das suas filhas e súbditas. Tinha negligenciado as suas obrigações na educação cultural daquela massa de formigas ignorantes há já demasiado tempo.
Foi então estipulado que se atribuísse um salário à cigarra, que tocaria marchas em honra da rainha para animar a labuta diária das trabalhadoras, e que se cobrasse uma nova taxa às formigas para suportar esse salário. Era justo, uma vez que as beneficiárias de tal medida eram as formigas.
E foi assim que a nossa formiga ficou sem trocados para a caixa, nem para pagar à cigarra que tocasse o que ela realmente queria ouvir...
Agora vejam como acontece em vossas vidas e a repercussão que tem nos que estão a vossa volta e no futuro real.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Ganancia e Maldizer



DEPOIS DE MUITO LER E PONDERAR ENCONTREI ESTAS BELAS ESCRITURAS QUE NOS POEM A PENSAR DE NOSSA VIDA REAL E COMPORTAMENTO PARA COM NOSSOS PARES NESTA VIDA TERRENA CHEIA DE TROPEÇOS .

JÓ 6;9,11-13

JÓ 21;1,7-13,15

JEREMIAS 12;1,4

MALAQUIAS 3;13-15

MATEUS 5;26

MATEUS 25;31-46

QUE ESTAS  LEITURAS SEJAM  PROVEITOSAS EM VOSSAS VIDAS FUTURAS .

GABRILONGA

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

RIQUEZA E A GANANCIA

UMA OBESERVAÇÃO DE UMA VIDA





A ESCRITURA DIZ É MAIS FÁCIL  UM CAMELO PASSAR NO FUNDO DE UMA AGULHA QUE UM RICO OU GANANCIOSO NO REINO DOS CÉUS . MUITAS DAS VEZES OBSERVAMOS OS OUTROS NA SUA ANCIA DE MUITO TER E PENSAMOS QUE PENA EU SER POBRE . MAS NA MAIORIA DAS VESES  NOS SOMOS MAIS  FELIZES E TEMOS A FAMILIA UNIDA E  OS OUTROS GUERREIAM POR TERRENOS CASAS CARROS ESQUECENDO SEU DEUS FAMILIA AMIGOS E VIVENDO PRESOS NOS BENS DO MUNDO SEM LIBERDADE PARA VESTIR A VONTADE  CONVIVER COM OS POBRES DA FAMILIA OU CENSURARANDO OS QUE VIVEM NA RUA MUITAS DAS VESES MESMO ASSIM FELIZES . MAS VENDO BEM QUEM MOLDA A AGULHA DE NOSSA VIDA SOMOS NÓS POIS OS EXEMPLO DA VIDA SÃO O MELHOR MANUAL DE UMA VIDA EM LIBERDADE E SABEDORIA .

TEXTO DO AUTOR

A Sua participação nos ajuda a melhorar a escrita e os temas Bem Hajam

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domingo, 19 de dezembro de 2010

NATAL ( OBESERVAÇÃO )

A Sua participação nos ajuda a melhorar a escrita e os temas Bem Hajam

Colega, Morador, Iirmão, Amigo, Visitante, Cidadão

Mais um final de ano se aproxima, momento em que muitos de nós fazemos uma avaliação de nossas ações passadas e recomeçamos a pensar nos alvos para o próximo ano. Não sei quanto a você, mas várias das promessas que eu fiz para 2010 ficaram somente nas palavras. Pretendo, para o próximo ano, ser mais fiel às minhas palavras. (Será que serei capaz?)
Antes do ano ter seu último dígito mudado (2010 para 2011), há um feriado praticamente internacional. Acredito que são poucas as nações que não celebram o Natal. Árvores são enfeitadas, famílias se juntam, crianças cantam, luzes piscam e presentes são trocados guerras são paradas por umas horas. Mas é isso que significa celebrar o Natal? Perdão pela aparente falta de sensibilidade, mas tais características não fazem parte da essência do Natal.
Para entender melhor o que quero dizer, preciso explicar o que é essência. Imagine um elefante... Dificilmente você imaginará um elefante sem tromba, porque a tromba faz parte da essência do elefante. Você deve tê-lo imaginado numa cor próximo ao cinza e com quatro patas. O tamanho da orelha de seu elefante possivelmente foi irrelevante (ou menos importante), pois isso não traz à tona o que faz de seu elefante ser realmente um elefante. Complicado? O que eu quero dizer é que a essência do Natal não precisa ter troca de presentes, árvore enfeitada, ou tampouco luzes piscando. Na essência da celebração do dia 25 de dezembro é necessário, para que o Natal seja Natal, a presença do nome Jesus Cristo.
Como criatura de Deus eu não posso negar que Sua Palavra (a Bíblia) é o fundamento para que eu veja da forma correta sobre o Criador. Nela está um depoimento, possivelmente uma canção de um judeu do primeiro século desta era; ele fala sobre Jesus Cristo:
Nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele. Ele é antes de todas as coisas, e nele tudo subsiste. Ele é a cabeça do corpo, que é a igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a supremacia. Pois foi do agrado de Deus que nele habitasse toda a plenitude, e por meio dele reconciliasse consigo todas as coisas, tanto as que estão na terra quanto as que estão nos céus, estabelecendo a paz pelo seu sangue derramado na cruz. Antes vocês estavam separados de Deus e, na mente de vocês, eram inimigos por causa do mau procedimento de vocês. Mas agora ele os reconciliou pelo corpo físico de Cristo, mediante a morte, para apresentá-los diante dele santos, inculpáveis e livres de qualquer acusação, desde que continuem alicerçados e firmes na fé, sem se afastarem da esperança do evangelho, que vocês ouviram e que tem sido proclamado a todos os que estão debaixo do céu.
(Colossenses 1.16-23a; os grifos são meus)
Não pretendo fazer com que o vosso Natal seja menos iluminado, com menos ou nenhuma canção. Tampouco é meu objetivo que em sua casa (apartamento) não tenha um banquete com seus amados. Meu objetivo é que, mesmo com tudo isso, seu Natal não seja somente um feriado,uma festa uma visita familiar mas de facto a celebração do nascimento de O Cristo quese renova com o Natal. Foi por isso que selecionei algumas partes do texto acima (em negrito), mesmo querendo, na verdade, falar dele todo.
A Bíblia nos ensina que Jesus Cristo é o Criador. Tudo que existe foi feito por Ele e para Ele. Além de ter criado, Jesus Cristo é quem mantém a criação. Por causa dEle tudo que existe permanece existindo, porque é Ele quem assim o faz. O Natal é um bom dia para relembrarmos disso, possivelmente um bom dia para compartilharmos isso. Claro, no fundo eu espero que todos reconheçam isso diariamente. É como o dia das mães... Mesmo sendo ele somente um dia no ano, a mãe deve ser sempre reconhecida pelo seu exercício durante todo o ano (eu penso).
O texto bíblico também nos ensina que nós podemos ser inimigos de Deus. Na verdade, essa é nossa primeira condição para com Ele. Essa condição é mudada quando depositamos fé naquilo que Jesus fez: morreu por todos nós, fazendo-nos santos. O mesmo judeu que escreveu o texto acima disse: Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie (Efésios 2.8-9). Essa é a ÚNICA FORMA de você deixar de ser inimigo de Deus e começar a fazer parte de Sua família (leia João 1.12 – Nós somos feitos filhos de Deus quando cremos em Jesus.)
Espero que seu Natal seja verdadeiramente um Natal. Que a sua celebração natalina envolva a essência do verdadeiro Natal: Jesus Cristo.
Feliz Natal!